Na verdade, ela nunca foi completamente minha,
Simplesmente passou pela minha vida,
deslizando a mão no meu corpo em troca de um mês ou dois
Eu havia me limitado as suas vontades
Porque só assim poderia dar certo, pois,
Ela dizia que não era minha
Que não era de ninguém. Tava decidido,
Que seria só isso.
Meu ciúme, reservado, escorria no meu rosto, no banheiro ou no silencio.
Eu dizia: to feliz assim.
Mentia pra ela e mentia pra mim.
Eu aceitei qualquer motivo,
Pois borrado tudo era bonito
Eu era enganada e por isso e ia alem.
Me enganar e a ela também.
Depois me veio arrependida,
Cheia de palavras sortidas,
Pra se redimir...
Pobre de mim.
Eu disse sim.
Passado semanas, nem sei mais quanto tempo
Me convidou, como sempre pra exibir minha altura
Eu vestida sabendo do erro
Fui decretando minha loucura
Eu vi que do seu lado
Meu coração partido do outro ficou
Estava decretado
Sua nova mentira de amor.
Fui pra sempre sem querer.
Nada do que passou foi certo de qualquer maneira,
Nem bom nem tanto assim.
Mas ta guardado aqui dentro de mim.
Eu sou aquele amante à moda antiga Do tipo que ainda manda flores Aquele que no peito ainda abriga Recordações de seus grandes amores
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Veneno
Eu furei meu dedo costurando meu botao, realmente nao entendo porque quis costura - lo, nunca fui muito de querer concertar as coisas que estao se desfazendo. Pra que ?
Aquela blusa que tanto usava, rasgada agora, no armario. Comprei uma nova. Ja era tempo de trocar, nao e mesmo ?!
Eu vou deixando passar... com o tempo a poeira baixa e acumula por de baixo de minha cama, nao haviam motivos para mexer la. Nao tinha que exibir meu quarto pra ninguem, nao quero aparecer, nao quero galantear... ninguem, pra ninguem.
Saio de casa e so volto no dia seguinte, pra mudar os ares, a cabeca fica longe, onde alcancar a minha imaginacao, onde estiver com vontade de ir. Ontem a minha vontade era de matar, mais passou, ficou uma magoa, algo indefinido, enjusticada, calada. Como sempre fui.
Nao me orgulho, nao me engano...
Quero mostrar o dedo do meio pra mae do padre. Coitada, tao pura. Mas estou assim, sem perdao.
Que bom.
Ja era tempo.
Aquela blusa que tanto usava, rasgada agora, no armario. Comprei uma nova. Ja era tempo de trocar, nao e mesmo ?!
Eu vou deixando passar... com o tempo a poeira baixa e acumula por de baixo de minha cama, nao haviam motivos para mexer la. Nao tinha que exibir meu quarto pra ninguem, nao quero aparecer, nao quero galantear... ninguem, pra ninguem.
Saio de casa e so volto no dia seguinte, pra mudar os ares, a cabeca fica longe, onde alcancar a minha imaginacao, onde estiver com vontade de ir. Ontem a minha vontade era de matar, mais passou, ficou uma magoa, algo indefinido, enjusticada, calada. Como sempre fui.
Nao me orgulho, nao me engano...
Quero mostrar o dedo do meio pra mae do padre. Coitada, tao pura. Mas estou assim, sem perdao.
Que bom.
Ja era tempo.
terça-feira, 6 de julho de 2010
.
Quando eu digo que nenhuma canção cabe a mim...
Eu tenho sempre que afinar nas de melancolia, nas desafinadas, que arranhando um choro, ficam roucas, perfeitas.
Quando eu digo que nenhum vicio cabe a mim...
tenho tantos, egoísmo, egocentrismo, cigarros, nenhum copo na mesa, nem sei cozinhar. O Mau humor é o mais comum.
É muito difícil sustentar essa sindrome do pânico, sozinha.
Eu passo muito tempo pensando, agora que, né, tiraram uma parte, chata mais de suma importância, do meu chão.
Tenho que pular o buraco que esse acaso causou em minha casa, olho pros lados, tédio. Aquela sensação de que
é tão inutil que de nada presta, não resta nada a fazer. Nem ligo a TV. Não me deixarei levar, TV é a assinatura
do preguisoso. Deitado, gordo, comida congelada, sofá. ¬¬ irritação.
Tenho preguiça de pensar nas possibilidades MAIS UMA VEZ. Eu tava tão perto de ter minhas tão merecidas férias.
Cuzão, o irresponsavel que dizer, "oras, isso é como se fossem férias". Não é. NÃO É!!
Eu tenho sempre que afinar nas de melancolia, nas desafinadas, que arranhando um choro, ficam roucas, perfeitas.
Quando eu digo que nenhum vicio cabe a mim...
tenho tantos, egoísmo, egocentrismo, cigarros, nenhum copo na mesa, nem sei cozinhar. O Mau humor é o mais comum.
É muito difícil sustentar essa sindrome do pânico, sozinha.
Eu passo muito tempo pensando, agora que, né, tiraram uma parte, chata mais de suma importância, do meu chão.
Tenho que pular o buraco que esse acaso causou em minha casa, olho pros lados, tédio. Aquela sensação de que
é tão inutil que de nada presta, não resta nada a fazer. Nem ligo a TV. Não me deixarei levar, TV é a assinatura
do preguisoso. Deitado, gordo, comida congelada, sofá. ¬¬ irritação.
Tenho preguiça de pensar nas possibilidades MAIS UMA VEZ. Eu tava tão perto de ter minhas tão merecidas férias.
Cuzão, o irresponsavel que dizer, "oras, isso é como se fossem férias". Não é. NÃO É!!
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Ironia Gratuita
Minha memória particular relata sua existência atravez dos sons.
O salto alto, pisando doce no taco da casa vazia. Enquanto ela caminha, leva consigo um cigarro preso firme entre os dedos, ela é assim, a noite. A taça quase sempre marcada de batom vermelho, dela que engole o vinho tinto e continua caminhando subindo e descendo as escadas da casa, as luzes apagas, o que vem de fora ilumina o caminho.
Esse lugar cheira fumaça misturada com perfume, a música vem melancólica lá de baixo. Ela alisa os cabelos, prendendo - os, traga o cigarro, e nesse momento, exatamente, pensa nas possibilidades.
_ Poderia dar certo, não ? Balança a cabeça e solta a fumaça de maneira firme, desabafando o sentimento, olhando pra lugar nenhum.
Nenhuma pessoa é lugar de repouso. Ninguém diria o contrário. Pois é, eu digo que, não mesmo.
O salto alto, pisando doce no taco da casa vazia. Enquanto ela caminha, leva consigo um cigarro preso firme entre os dedos, ela é assim, a noite. A taça quase sempre marcada de batom vermelho, dela que engole o vinho tinto e continua caminhando subindo e descendo as escadas da casa, as luzes apagas, o que vem de fora ilumina o caminho.
Esse lugar cheira fumaça misturada com perfume, a música vem melancólica lá de baixo. Ela alisa os cabelos, prendendo - os, traga o cigarro, e nesse momento, exatamente, pensa nas possibilidades.
_ Poderia dar certo, não ? Balança a cabeça e solta a fumaça de maneira firme, desabafando o sentimento, olhando pra lugar nenhum.
Nenhuma pessoa é lugar de repouso. Ninguém diria o contrário. Pois é, eu digo que, não mesmo.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Ao ouvido.
De todas elas, as palavras
Irar-se, revoltar-se, dedignar-se
Já perdi o acesso aos meus passos.
Tudo que faço: errado. Não faça
.Um espirito cansado é o meu. Em dúvida, Confuso ?
Madness dans ce cœur de pierre et il est maintenant presque n'existe plus...
De certa forma, já derretido, infiado nessa putaria onde se encontram todos os pensamentos.
Os momentos.
Meus talentos.
Isento.
Lazarento.
I'm NOT available.
Já nem sei mais o que vou considerar meu martírio.
Enfim...
que tudo vá pra puta que pariu.
Irar-se, revoltar-se, dedignar-se
Já perdi o acesso aos meus passos.
Tudo que faço: errado. Não faça
.Um espirito cansado é o meu. Em dúvida, Confuso ?
Madness dans ce cœur de pierre et il est maintenant presque n'existe plus...
De certa forma, já derretido, infiado nessa putaria onde se encontram todos os pensamentos.
Os momentos.
Meus talentos.
Isento.
Lazarento.
I'm NOT available.
Já nem sei mais o que vou considerar meu martírio.
Enfim...
que tudo vá pra puta que pariu.
quarta-feira, 17 de março de 2010
O cheiro do livro na biblioteca da cidade.
Lá, havia uma janela grande que enquadrava o resto do tempo lá fora e deixava o cheiro de, quinta feira a tarde, passear lentamente, enquanto encontrava - se com o cheiro de café preto com o perfume das folhas do livro novo.
Usava um tênis confortável, jeans rasgado, uma meia calça preta por baixo, camisete branca e um terninho preto, estava assim, sentada no sofá envolto as preteleiras de madeira fina.
Mesmo que estivessem, as pessoas da sala ao seu redor, mesmo que estivesse só, mesmo assim, não faria o tempo voltar a correr, pois, havia entrado em um transe, no mundo que era só dela, onde desejava estar de verdade. Aquele seu mundo paralelo era perfeito.
Não era mau quando, estagnada na mesma página durante muito tempo, já nem se emportava com a história, depois, retomaria sua leitura, sem esquecer onde havia parado, como se não estivesse perdendo tempo.
Nunca usou relógio, desejou durante muito tempo que sempre fosse final de tarde fresca e ensolarada, gostava da noite de estrelas e de ficar acordada de madrugada. _ Quanto tempo. Ela pensava, já cansada as vinte duas horas, não dormia mas que isso.
Vontade de ler um livro com tanta força que mesmo mil páginas não fariam parar de ler.
A cadeira na sacada do apartamente no ultimo andar, em uma noite estrelada e fria. Usando um palestino no pescoço, bebendo vinho tinto na taça, os pés pro alto e o olhar perdindo novamente no mundo ideal, a tv está ligada e todas as luzes apagadas, muito bem acompanhada de um beijo na boca.
Lá, havia uma janela grande que enquadrava o resto do tempo lá fora e deixava o cheiro de, quinta feira a tarde, passear lentamente, enquanto encontrava - se com o cheiro de café preto com o perfume das folhas do livro novo.
Usava um tênis confortável, jeans rasgado, uma meia calça preta por baixo, camisete branca e um terninho preto, estava assim, sentada no sofá envolto as preteleiras de madeira fina.
Mesmo que estivessem, as pessoas da sala ao seu redor, mesmo que estivesse só, mesmo assim, não faria o tempo voltar a correr, pois, havia entrado em um transe, no mundo que era só dela, onde desejava estar de verdade. Aquele seu mundo paralelo era perfeito.
Não era mau quando, estagnada na mesma página durante muito tempo, já nem se emportava com a história, depois, retomaria sua leitura, sem esquecer onde havia parado, como se não estivesse perdendo tempo.
Nunca usou relógio, desejou durante muito tempo que sempre fosse final de tarde fresca e ensolarada, gostava da noite de estrelas e de ficar acordada de madrugada. _ Quanto tempo. Ela pensava, já cansada as vinte duas horas, não dormia mas que isso.
Vontade de ler um livro com tanta força que mesmo mil páginas não fariam parar de ler.
A cadeira na sacada do apartamente no ultimo andar, em uma noite estrelada e fria. Usando um palestino no pescoço, bebendo vinho tinto na taça, os pés pro alto e o olhar perdindo novamente no mundo ideal, a tv está ligada e todas as luzes apagadas, muito bem acompanhada de um beijo na boca.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Preia de mim.

Observei por um momento como se estivesse fora do meu corpo.
No início, me senti confusa, pois eram tantas informações mas era visto fulgente quando observando duvidosa ... como sou tão precatória e pra isso incansáveis vezes, diariamente, galanteando, fazendo a corte pra receber em troca as esmolas baratas daqueles sorrisos forçados por conveniência, por ganhos futuros de mais lisonjeios que vinham com brindes de massagem no ego que é o que eu sempre faço... e eu ?
Depois do que ocorre em minha vida pessoal e depois do que se passa no trabalho me coloquei em pré-penultimo lugar na minha vida.
"Eu não sei lidar com o espelho" e não estou de bom humor para as famosas metáforas. Não sou uma pessoa que controla as emoções, mas tenho noção. Por isso, não citarei nomes.
Hoje me vi ser juiz de mim mesma e pronunciei a minha sentença, me dei férias. Eu não pronuncio elogios, eu não procuro e nem pronuncio.
Mudanças são boas, drásticas melhores ainda.
Chega de talvez. Agora é com certeza, absoluta e incontestável.
sábado, 24 de outubro de 2009
Casto meu.
"De que maneira chove a chuva tão certa de que é certo chover?"
...
"Ela chove certa que não vai deixar o Sol secar ou deixar morrer."
Últimamente ando traçando um caminho acompanhado de uma trilha sonora. Tenho passeado numa estrada meio abandonada, sozinha num carro anos 60, azul bebe.
São dias inteiros de bastante calor, o sol reflete o parabrisa enquanto eu, continuo sem destino.
E não adiantaria tantos quilometros sem os cigarros, sem Brenda Lee, sem Doris Day...
Tento incansáveis vezes livrar - me de todos os pensamento, deixar a mente clara e lúcida, para poder ouvir somente a música, mas meu corpo não leva em conta o vento no rosto secando lágrimas, forçando sorrisos.
Eu quero lembrar, eu crio situações ao meu favor, eu alimento falsas verdade, pequenos pecados, algumas esperanças.
Desvio a atenção, quero o barulho do motor, ele vibra, a sensação orgástica faz com que venham todos os pensamentos e quando abro os olhos ... ainda estou na estrada.
Já não sei mais quando vou parar.
...
"Ela chove certa que não vai deixar o Sol secar ou deixar morrer."
Últimamente ando traçando um caminho acompanhado de uma trilha sonora. Tenho passeado numa estrada meio abandonada, sozinha num carro anos 60, azul bebe.
São dias inteiros de bastante calor, o sol reflete o parabrisa enquanto eu, continuo sem destino.
E não adiantaria tantos quilometros sem os cigarros, sem Brenda Lee, sem Doris Day...
Tento incansáveis vezes livrar - me de todos os pensamento, deixar a mente clara e lúcida, para poder ouvir somente a música, mas meu corpo não leva em conta o vento no rosto secando lágrimas, forçando sorrisos.
Eu quero lembrar, eu crio situações ao meu favor, eu alimento falsas verdade, pequenos pecados, algumas esperanças.
Desvio a atenção, quero o barulho do motor, ele vibra, a sensação orgástica faz com que venham todos os pensamentos e quando abro os olhos ... ainda estou na estrada.
Já não sei mais quando vou parar.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
J. C.
"Sabe quando você pinta um quadro na memória? Nele tem um campo, crianças correndo e uma mulher encostada na porta? Aquela mulher não é você. E por um breve momento de realidade o quadro borra e você percebe que por trás da sua pintura aquele desenho era a cidade..."
"Pediram - me uma vez para que explicasse a minha filosofia e eu disse :
- Simples! Eu sou o subúrbio e você o centro."
"Eu gosto da respiração ofegante, de um coração disparado, do rosto corado, das pernas mexendo frenéticamente e uma mão acalmando de repente."
"Queria mais momentos como o momento em que entrei naquele onibus. Escureci o tempo com as cortinas fechadas, ouvia uma boa música, de voz calma, bem perto dos ouvidos. Estava a caminho da minha casa, mas, o onibus não havia saído, vinte minutos, dez paras quatro, olhando no relógio tão incoveniente, queria que ele parasse junto com o tempo, pelo tempo que eu quizesse, naquele instante, naquele pensamento."
"O ódio e o amor, dois lados da mesma moeda. Mas a mesma moeda, não se divide, não se separa... triste, não é mesmo ? As coisas que me são propostas são hipocrisias de uma confusão, a hipótese de ser real e estar com uma falha, encomoda muita gente, não a mim, eu sei viver com os meus erros e com os meus segredos ... confuso ? É quase a mesma coisa que negar uma nota de cem porque esta rasgada. Não rejeito, da - se um jeito de recupera - la, mesmo rasgada ela ainda me tem valor."
"Eu tenho abstinência, falta, vontade. Passei alguns momentos olhando para o telefone, agradeço meu orgulho, o combinado é não ligar. Combinei comigo mesma. Eu escrevo pra passar o tempo e acabo lembrando de qualquer jeito, escrevo sem olhar as letras, releio tudo... e olhe, veja só, a mente lembra de cada coisa, eu penso até no que ainda não aconteceu. No que, dizem por ai, que nunca poderá acontecer. Estou esgotada. É muita informação, as palavras agora já nem fazem muito sentido. Mas na verdade, não é verdade, não é mesmo ?"
"Pediram - me uma vez para que explicasse a minha filosofia e eu disse :
- Simples! Eu sou o subúrbio e você o centro."
"Eu gosto da respiração ofegante, de um coração disparado, do rosto corado, das pernas mexendo frenéticamente e uma mão acalmando de repente."
"Queria mais momentos como o momento em que entrei naquele onibus. Escureci o tempo com as cortinas fechadas, ouvia uma boa música, de voz calma, bem perto dos ouvidos. Estava a caminho da minha casa, mas, o onibus não havia saído, vinte minutos, dez paras quatro, olhando no relógio tão incoveniente, queria que ele parasse junto com o tempo, pelo tempo que eu quizesse, naquele instante, naquele pensamento."
"O ódio e o amor, dois lados da mesma moeda. Mas a mesma moeda, não se divide, não se separa... triste, não é mesmo ? As coisas que me são propostas são hipocrisias de uma confusão, a hipótese de ser real e estar com uma falha, encomoda muita gente, não a mim, eu sei viver com os meus erros e com os meus segredos ... confuso ? É quase a mesma coisa que negar uma nota de cem porque esta rasgada. Não rejeito, da - se um jeito de recupera - la, mesmo rasgada ela ainda me tem valor."
"Eu tenho abstinência, falta, vontade. Passei alguns momentos olhando para o telefone, agradeço meu orgulho, o combinado é não ligar. Combinei comigo mesma. Eu escrevo pra passar o tempo e acabo lembrando de qualquer jeito, escrevo sem olhar as letras, releio tudo... e olhe, veja só, a mente lembra de cada coisa, eu penso até no que ainda não aconteceu. No que, dizem por ai, que nunca poderá acontecer. Estou esgotada. É muita informação, as palavras agora já nem fazem muito sentido. Mas na verdade, não é verdade, não é mesmo ?"
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
... é a ventania !
O dia era de sol escaldante e ofuscou a vista.
Surpreendente é a brisa que soprou a nuca, aliviou o calor e passou um arrepio.
Depois disso passa os dias desejando aquele sopro inocente pra aliviar o corpo.
Confusos são os dias chuvosos que aparecem e te fazem pensar que, exite a necessidade de viver sem a brisa ... nem que seja pelo inverno.
Até que chegue o verão.
Na memória não esquece o som sedutor que a brisa fez quando passou por entre as frestas das portas e janelas, tão perto do ouvido. Tão dentro de mim !
Surpreendente é a brisa que soprou a nuca, aliviou o calor e passou um arrepio.
Depois disso passa os dias desejando aquele sopro inocente pra aliviar o corpo.
Confusos são os dias chuvosos que aparecem e te fazem pensar que, exite a necessidade de viver sem a brisa ... nem que seja pelo inverno.
Até que chegue o verão.
Na memória não esquece o som sedutor que a brisa fez quando passou por entre as frestas das portas e janelas, tão perto do ouvido. Tão dentro de mim !
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